A aprendizagem na esfera das corporações ou unidades concedentes da prática profissionalizante:

 

No ambiente empresarial a aprendizagem profissionalizante é tida como mais uma contribuição, dentro de tantas responsabilidades fiscais, ou seja, mais uma das obrigações que sobretaxam as empresas. E, a lei publicada em 2000, avança com dificuldade e não temos no Estado do Paraná, tido como um dos estados de melhor performance na área, nem 50% do potencial de contratação conquistado.

De outro lado, algumas empresas tem preferido vincular à responsabilidade social e nestes casos as notícias tem sido animadoras:

  1. Investimento, identificação e captura de talentos;
  2. Integração do processo de treinees, com etapas claras: aprendizagem, estágio…;
  3. Melhor relacionamento com a comunidade local;
  4. Mobilização do voluntariado corporativo com colaboradores mais envolvidos na área social;
  5. Oportunidade de desenvolvimento de novas lideranças através da oportunidade de supervisão de um aprendiz;
  6. Aprimoramento da área de Recursos Humanos, uma vez que adolescentes vulneráveis oferecem novos desafios aos gestores;
  7. Reconhecimento social vinculada a sua marca;
  8. Mais satisfação de colaboradores que percebem a empresa responsável na sua gestão de responsabilidades sociais;
  9. Direcionamento de recursos de imposto de renda para formação de aprendizes;
  10. Ampliação do quadro de colaboradores, apoiando setores sobrecarregados;
  11. Formar equipes de colaboradores que conseguem vencer os conflitos de gerações;
  12. Agregar ideias mais novas e mais compatíveis com as novas gerações no fortalecimento de sua marca e suas ações.

 

Fonte: Marcia Aparecida Osovski Suss, coordenadora da ABC Vida.

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